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Respeitar
o meio-ambiente é uma atividade econômica para a FOREX-CEMEX. A 100 Km
de Santarém, PA, a empresa desenvolve seus projetos de manejo florestal:
uma proposta de desenvolvimento sustentável baseada na retirada de madeira
de forma racional e controlada, preservando o equilíbrio do ecossistema.
O trabalho se inicia com o levantamento físico das espécies encontradas
na área, estipulando-se o volume e o diâmetro mínimo para a retirada de
cada espécie. As estradas e ramais dos projetos
são traçados de forma a minimizar os danos à floresta. Todo o projeto
é auto sustentável -- só permite a retirada de árvores maduras -- e garante
espaço para o crescimento das árvores mais jovens. Além disso, são preservadas
árvores matrizes de cada espécie para a produção de sementes e implementadas
as Parcelas Permanentes, para que no futuro se possa comparar a evolução
da floresta manejada com a não manejada.
Após a retirada, a evolução da floresta é monitorada por técnicos da empresa.
A área do projeto é dividida em lotes de 50 hectares cada. A extração
é feita em um lote de cada vez, numa espécie de rodízio, permitindo que
lotes anteriormente utilizados se recuperem em seu devido tempo. Árvores
abaixo do índice estabelecido são mantidas até a operação se repetir dentro
de 20 ou 30 anos. Só são retiradas espécies que não estejam ameaçadas
de extinção.
Outra preocupação: a preservação da fauna! A caça é proibida em nossas
áreas e árvores que tenham importância na cadeia alimentar de roedores
e pássaros, como a castanheira, nunca são extraídas.
Áreas florestais anteriormente degradadas e utilizadas pela agricultura
e pecuária são recuperadas através de reflorestamento com essências nativas
da região, dando prioridade a locais sujeitos à erosão. O projeto de manejo
florestal é aprovado pelo IBAMA que se responsabiliza pela fiscalização
das atividades e é visitado periodicamente por organizações do mundo inteiro,
tais como WWF, Forest Service U.S.A ., Banco Mundial, Universidades de
Oxford, Edimburgo, Pádua, Flórida, Estocolmo, São Paulo e Paraná, além
de entidades como SUDAM e EMBRAPA.
O saldo deste programa é positivo, com ganhos expressivos para o meio-ambiente:
o número de árvores plantadas é maior do que o número daquelas retiradas.
E o emprego da população local em projetos de manejo sustentável assegura
melhor qualidade de vida e menores chances de queimadas para a abertura
de pastos.
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